Durante esse período de 11 anos, o setor agropecuário perdeu cerca de 1,5 milhão de trabalhadores, em um processo de mecanização que alterou o perfil do trabalho no campo. O número de estabelecimentos com tratores aumentou 50% em relação a 2006.

O levantamento indicou que o pessoal ocupado nos estabelecimentos agrícolas diminuiu 8,8%, passando de 16,6 milhões de pessoas em 2006 para 15,1 milhões em 2017. Esse número inclui a perda de 2,2 milhões de trabalhadores na agricultura familiar e aumento de 703 mil na agricultura não familiar.

A contratação de mão de obra com a intermediação de terceiros, como empreiteiros e cooperativas de mão de obra, teve um “boom” de 143%, passando de 252 mil trabalhadores para 612 mil.

Além de tratores, aumentou também o número de estabelecimentos com outras máquinas, como semeadeiras ou plantadeiras, colheitadeiras, adubadeiras ou distribuidoras de calcário. Cresceu, também, o uso de meios de transportes, como caminhões, motocicletas e aviões.

Fonte Oficial: Gazeta do Povo.

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